Mas, sejamos sinceros, depois de fazer tantas operações plásticas, onde mais ela poderia aparecer?
Em tempo
Onde será que ela realmente gostaria de aparecer?
Em tempo II
Enquanto alguns gostariam de entrevistar chefes de estado e grandes intelectuais, eu gostaria de entrevistar Angela Bismarchi. Segue o roteiro:
Eu: Angela, como era mesmo o nome do seu marido?
Angela: O OOOXXXX?
Eu: isso, mas como ele morreu?
Angela: O OOOOXXXX?
Eu: Exatamente. O que você gritou quando o viu morto?
Angela: OOOOXXXX! OOOOXXX!
Vez ou outra me pego tentando escrever algo sobre o que li, estou lendo, quero ler ou, até mesmo, sobre aquilo do que eu quero distância. O problema é que eu sempre empaco antes mesmo de começar. Não sei exatamente o por quê, mas acho que a quantidade/qualidade de crítica literária escrita por aí me constrange. Os bons críticos me deixam envergonhado por causa da profundidade de piscina tony dos meus comentários; os péssimos, me assustam pela simples possibilidade de ser colocado na mesma categoria que eles. Por isso, decidi: ao invés de escrever sobre livros, vou passar a falar sobre eles. Afinal, não é assim que perco metade do meu tempo?
Críticas, sugestões e afins, clique aqui embaixo nos comentários. Qualquer outra coisa inclassificável ou impublicável, mande um e-mail.
Sumi nos últimos tempos e nem posso me justificar. Poderia até dizer que foi o excesso de trabalho (verdade) ou mesmo o excesso de ócio (idem), mas o fato é que a vida me afastou daqui. Como as imagens falam muito melhor que as palavras, segue um pequeno retrato de um dos quase 30 dias em que não escrevi.
Galeão, meio dia, enquanto a aranha fia…
…eu monto um home office no salão de embarque.
Depois de mais um vôo chato, ainda fui obrigado a passear de ônibus em Guarulhos.
O céu de São josé dos Campos anunciava chuva…
…então eu me refugio no lar dos quartos iguais: O Mercure!
Pra não dizer que não fiz nada, bati ponto no Chopp do Fritz
Nada mais estimulante que descer pra tomar café às seis da manhã e encontrar tudo escuro
E, assim, 23 horas depois de partir do Rio, pego a estranha estrada em direção a Guarulhos…
Recebi a maior honra da minha vida no dia 19 de junho de 2008. Fui convidado a celebrar o casamento de um dos meus melhores amigos, aquele que, além de me ensinar a trabalhar, me mostrou que o sentido da vida é não se levar a sério e, assim mesmo, ser melhor do que todo mundo.
Muito prepotente? Também acho, mas celebrar um casamento não é pra qualquer um. Muito menos celebrar um casamento, ou melhor, o primeiro casamento da melhor religião do mundo: a Quarta Dimensão.
Foi a maior responsabilidade da minha vida. Durante o “culto”, achei que ia desmaiar, ter um ataque cardíaco e descobrir que sofro de incontinência urinária. Tudo ao mesmo tempo. Mas, no fim das contas, acho que fui abençoado pela quarta dimensão e tudo saiu bem. Vejam se concordam.
Depois dessa, podem me pedir pra ensinar derivada e integral pro presidente Lula que eu encaro sem medo.
Sabem como é, parafraseando Jim Gordon: “I think of Sarah. The rest is easy”. No meu caso, “Penso na Gabi, o resto é fácil”.
Em tempo
Se alguém precisar de um celebrante pra um casamento pouco convencional, entre em contato, Quanto custa? Barato. É só a festa ser regada e eu poder levar uns 4 ou 5 penetras que já tá pago.
A pior discussão que eu tenho na minha vida é sobre quem seria o melhor 007. O Daneil Craig é ótimo, mas sempre gostei do jeito gaiato do Roger Moore. Acho que o 007 é um ser de poder sem precisar de força física ou músculos. Coisa que só surgiu por conta do Jason Bourne. Por isso minha escolha seria o Ewan MacGregor, ou melhor, o Catcher Block.
Uma das coisas mais tristes e estranhas que vi na minha vida foi um episódio do American Inventor em que um cara criou um boneco que dizia: “Everything is going to be all right”.
Apesar da galera o jogar no lixo, ele tinha razâo. Todo mundo só quer alguém para lhes dizer que tudo vai ficar bem. Infelizmente, ele nâo lembrou que temos a música POP.
A vista do último reservado do banheiro masculino no segundo andar do Aeroporto Santos Dumont. Céu azul, Cristo Redentor e tudo mais. Ainda estou me decidindo se foi uma escolha de bom gosto, mau gosto ou um simples descuido.